quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Job of LGBT

> Falando de LGBT <

   [Esta bandeira é o Símbolo LGBT] 


Pra começar ....

 



  • O que é LGBT?



LGBT, ou ainda LGBTTT,    é a sigla de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e 
Transgêneros. Embora refira apenas seis, é utilizado para identificar todas as orientações sexuais minoritárias e manifestações de identidades de género divergentes do sexo designado no nascimento. 

  • História

Inicialmente, o termo mais comum era GLS, sendo a representação para: gays, lésbicas. Com o crescimento do movimento contra a homofobia e da livre expressão sexual, a sigla GLS foi alterada para GLBS, ou seja Gays, Lésbicas, Bissexuais que logo foi mudado para GLBT e GLBTS com a inclusão da categoria dos transgêneros (travestis, transexuais, transformistas, crossdressers etc.). A sigla GLBT ou GLBTS perdurou por pouco tempo pois o movimento lésbico ganhou mais sensibilidade dentro do movimento homossexual e a sigla foi alterada para LGBTS. Atualmente a sigla mais completa em uso pelos movimentos homossexuais é LGBTTIS, que significa: Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgéneros, Transexuais, Intersexuais, sendo que o “S” de pode ser substituído pela letra “A” de Asexuais ou ainda acrescido a Letra “Q” de Queen que não é muito comum, porém é utilizada em alguns países e por alguns grupos do movimento gay. A inclusão do “L” na frente da sigla do movimento gay deu-se pelo grande crescimento do movimento lésbico e pelo apoio da comunidade gay às mulheres homossexuais.

  • LGBTI ? 

LGBTI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros e Intersexuais) é a sigla mais utilizada por Organimos internacionais e entidades governamentais como ONU, Mercosul e Europa.
A sigla foi criada para um padrão internacional para identificar pessoas desta comunidade.
Entidades como a Anistia Internacional usam a sigla LGBTI em processos e pesquisas.


  • História do movimento LBGT 


Os 
movimentos civis LGBT de luta contra a discriminação e de defesa dos direitos das pessoas LGBT (lésbicasgaysbissexuais e transgéneros), tal como os conhecemos (com pessoas de todos as áreas da sociedade a organizarem-se e com marchas reivindicativas e celebrativas) começaram em 1970, aquando da marcha que assinalou o primeiro aniversário da Rebelião de Stonewall.

Na noite de 28 de junho de 1969 uma rusga habitual no Stonewall Inn, um bar gay em Nova Iorque – que, por sê-lo, era alvo frequente de acções policiais em que o comportamento dos agentes era sempre verbalmente agressivo – não acabou como as outras. Uma mulher resistiu à detenção e as cerca de duzentas pessoas que esperavam à porta do Stonewall (o bar havia sido esvaziado pela polícia) responderam a um grito de denúncia de "violência policial!" atirando garrafas, pedras e moedas contra os agentes. Como era sábado à noite e o Stonewall Inn ficava em Greenwich Village, uma zona de Nova Iorque que corresponde ao Bairro Alto enquanto zona de vida nocturna, rapidamente duplicou o número de pessoas envolvidas no protesto.
Os agentes da polícia refugiaram-se no bar, barricando-se, e só não houve tiroteio porque no momento em que um dos agentes ia disparar através de uma janela se ouviram as sirenes dos carros da polícia que traziam reforços para tentar controlar os protestos.
  

  • Um movimento importante ...


Entre 1850 e 1933 houve também um importante movimento, na Europa central, de luta contra a criminalização dos atos sexuais entre pessoas do mesmo sexo e do travestismo. O país onde o movimento se organizou e fez intervenções públicas de forma mais consistente foi a Alemanha, tendo o sexólogo Magnus Hirschfeld sido o seu mais carismático líder. Mas a chegada dos Nazis ao poder acabou, através de uma repressão brutal, com o movimento (Hirschfeld era homossexual e judeu e teve de fugir). 
Parada do Orgulho Gay em São Paulo,Brasil.
Hirschfeld publicou também teorias hormonais da homossexualidade, o que levou a que outros tentassem “curar” a homossexualidade através na injecção de hormonas nos "doentes".Mas este movimento pecava por usar como argumento para combater a criminalização da homossexualidade a ideia de que se tratava de uma condição inata ainda mal estudada pela medicina (a Medicina estava a tomar o lugar da Igreja enquanto entidade controladora do opinião pública e das reformas da sociedade). Hirschfeld havia retomado a ideia do "Urning" (homem que ama outro homem) apresentada por Karl Heinrich Ulrichs (considerado o primeiro activista gay da era moderna, por ter publicado uma série de doze panfletos e ter assumido publicamente a sua homossexualidade). 
Tal como Ulrichs, Hirschfeld acreditava que as pessoas homossexuais eram "hermafroditas psicológicos/as' e chamou-lhes o "terceiro sexo". Embora a ideia de Ulrichs tenha sido usada pela classe médica para apontar os "Urnings" como doentes, Hirschfeld recuperou-a durante algum tempo graças à sua reputação de investigador pioneiro.



> Por - Vivian Brito - nº 24 / Yasmin Numes - nº 29 ~ 2ºF  >>>>> ALL RIGHTS RESERVED 













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